Oedro Passos Coelho, um líder para o país

Pedro Passos Coelho foi eleito Presidente do PSD com 61% dos votos dos militantes.

O dia 26 de Março tornou-se num dia importante para o partido. O acto eleitoral foi, desde
que existem directas, o mais concorrido de sempre. Este é um sinal, antes de mais, da
vitalidade desta força partidária, mas significa também o reconhecimento por parte dos
militantes, da importância que a nova comissão política nacional terá para a revitalização do
PSD, e mais importante, para o país.

A nova comissão política do PSD, liderada pelo Dr. Passos Coelho foi mais do que legitimada
com uma votação expressiva. A vontade dos militantes foi clara. Atrevo-me a dizer, ainda bem.
E ainda bem acima de tudo porque uma votação tão expressiva dá legitimidade acrescida aos
futuros órgãos nacionais do PSD. E este será certamente um passo importante para a unidade
do partido, unidade que é um importante sinal para o país. De facto, os portugueses já
perceberam que no Governo está um senhor e um PS sem ideias, sem rumo e sem capacidade
para solucionar a grave crise que atravessamos, resultante em grande parte da péssima
governação socialista. Por isso, mais do que nunca se torna necessário um PSD forte, unido e
com um projecto ganhador. É isso que os portugueses esperam, um partido responsável onde
o interesse nacional esteja acima do interesse partidário.

Desde a saída do Prof. Cavaco Silva da liderança do partido, sempre que uma nova direcção
política é eleita, tem surgido uma forte oposição interna, em muitos casos bem mais feroz
que os verdadeiros adversários políticos que deveriam estar nos outros partidos e não dentro
do próprio PSD. Como é óbvio a diversidade de opiniões é salutar e benéfica para a própria
democraticidade do partido e consequentemente do país. Não é a diferença de opinião e a
critica interna nos locais próprios que está em causa. No entanto é importante transmitir aos
portugueses que o partido estabeleceu como prioridade os problemas do país, e que todos os
militantes estão focados no país.

Tenho muita confiança no Dr. Pedro Passos Coelho, tenho esperança de que venha a
ser primeiro-ministro de Portugal. Mas, como já referi, é importante que as atenções e
preocupações do partido se desloquem do seu interior para as questões que preocupam os
portugueses. A unidade do Partido é por isso necessária.

As primeiras declarações após o acto eleitoral de Passos Coelho, apelando à mobilização de
todos os militantes e mostrando o desejo de colaborar com todos é um bom sinal. Também
é um excelente sinal a declaração de Paulo Rangel, mostrando respeito por quem ganhou as
eleições e vontade de ser leal ao partido, trabalhando no melhor interesse do país.

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