Em crescendo

A três semanas das eleições a candidatura de Hermínio Loureiro continua a priveligiar o contacto de rua com os eleitores onde se nota um entusiasmo muito grande.

Ao sucesso que têm sido as apresentações das listas às assembleias de freguesia sucede-se agora a boa receptividade das pessoas na rua.

Foi o caso da arruada que Hermínio Loureiro fez com a candidata a deputada, Carla Rodrigues, e onde pôde contar com o apoio inequívoco da JSD.

Tome lá 200€, mas…

Quando há quinze dias atrás aqui falei na ausência de políticas de incentivo à natalidade, estava longe de imaginar que o Partido Socialista liderado por José Sócrates iria apresentar, como principal bandeira do seu programa de governo, uma medida com esse fim.

Definindo-a como uma medida de estimulo à natalidade o PS diz que ser for governo irá depositar numa conta poupança 200€ por cada criança que nasça. Verba que, segundo o mesmo programa eleitoral apenas pode ser movimentada quando a criança atingir os 18 anos de idade.

Medida de incentivo à natalidade?

Alguém me explica como é que 200€ numa conta bancária estimulam a natalidade?

Será que os pais quando forem comprar as fraldas, o leite, a papa, os biberons, as chupetas e as cadeiras para o carro, irão ter crédito durante 18 anos?

Obviamente que não. E também é óbvio que esta promessa não é um incentivo à natalidade.

Cheira mais a um incentivo à banca que irá receber os 200€ de depósito por criança e irá geri-los a seu bel-prazer e daqui a 18 anos nem sequer temos a certeza que esses bancos existam!

A natalidade promove-se com apoio à construção de creches e jardins-de-infância, aumentando o abono de família, protegendo laboralmente as mulheres, criando condições para que as crianças possam, durante mais tempo, estar próximas da mãe, ou ainda, baixando o IVA sobre os produtos para os bebés.

A natalidade promove-se com medidas concretas sentidas no dia-a-dia e não com dinheiro, ainda por cima com dinheiro inacessível!

Esta medida revela bem o que é este Partido Socialista.

É o Partido das promessas fáceis. É o Partido que dá tudo às pessoas desde computadores a dinheiro. É o Partido do “rendimento mínimo” onde todos, os que merecem e os que não, andam à boleia do estado do facilitismo socialista.

E quem paga esta pseudo-generosidade socialista? São todos os que trabalham e pagam os seus impostos.

Portugal não precisa destas medidas. Portugal precisa de um governo que estimule a iniciativa privada, que promova o emprego, que dê confiança aos jovens, aos empreendedores, que estimule as pessoas a viver e a trabalhar em Portugal.

Portugal precisa de Esperança!

É este o nosso estilo

Até agora não usei este espaço para falar da campanha eleitoral a nível local. Reparo no entanto que os meus colegas do lado não se inibem de o fazer pelo que não resisto a dar nota aqui de alguns aspectos que tenho testemunhado ao longo das últimas semanas.

O Partido Social Democrata apresentou o líder do seu projecto autárquico a 9 de Maio num evento que mobilizou largas centenas de oliveirenses.

Foi também grande a envolvência quando apresentámos de uma só vez os cabeças de lista às assembleias de freguesia do nosso concelho ou ainda quando inaugurámos a sede de candidatura, um espaço localizado no centro da cidade e que é um espaço informativo, de diálogo e de debate.

Seguiram as apresentações das listas em Nogueira do Cravo (liderada por Manuel Rebelo), em Loureiro (liderada por Sérgio Pinho), em Travanca (liderada por Pedro Silva), em Fajões (liderada por José Santos) e em Cucujães (liderada por António Silva) a que se seguirão regularmente todas as restantes.

Em todos estes momentos, para além da extraordinária mobilização, há uma tónica dominante que faremos questão de manter até ao final: a positividade da nossa campanha.

O concelho de Oliveira de Azeméis e as suas freguesias têm uma potencialidade enorme. Cada uma das freguesias, dentro de um planeamento que está traçado, tem um futuro auspicioso pela frente. Queremos destacar e dar visibilidade às coisas boas do nosso concelho e que são muitas.

Por isso não nos ouvirão, ao contrário de outros, dizer mal de tudo e de todos.

Os candidatos a autarcas, independentemente da sua cor partidária, merecem o respeito e a consideração de todos nós. São pessoas que gostam das suas terras e que vão trabalhar certamente para melhorar cada vez mais a qualidade de vida das suas gentes e dotá-las de infra-estruturas, condições e serviços mais modernos.

Sabemos que este nosso estilo perturba outros candidatos que publicamente já mostraram o seu nervosismo. Preferiam eles que a campanha eleitoral se transformasse numa batalha campal ou numa venda de peixe do mercado da Ribeira. Não contem com o PSD para isso.

Faremos a nossa campanha de forma séria e serena e aguardaremos tranquilamente pela decisão soberana dos oliveirenses no dia 11 de Outubro.

O regresso das promessas para não cumprir

Quatro anos depois de ter andado a prometer tudo aos portugueses José Sócrates retomou as promessas que todos sabemos não vai cumprir.

Não vai cumprir, como não cumpriu a criação dos 150 mil postos de trabalho.

Não vai cumprir, como não cumpriu com a redução dos impostos.

Não vai cumprir, como não cumpriu com a promessa de retirar os 300 mil idosos da pobreza.

Ao invés, ao fim de quatro anos Portugal tem a maior taxa de desemprego do pós 25 de Abril, um sistema de saúde mais inacessível e precário, um sistema de educação em que se promove o facilitismo com prejuízo dos estudantes e do conhecimento, uma justiça caótica, morosa e muito onerosa o que dificulta o acesso dos cidadãos.

Nestes quatro anos o empobrecimento da população foi uma realidade. A classe média perdeu poder de compra e quebrou-se a confiança nas instituições bancárias.

Adensaram-se os problemas sociais. Os incumprimentos perante a banca levaram as famílias a situações desesperantes que acabam em penhoras e perda dos bens e, na sequência destas dificuldades, aumentou-se a taxa de divórcio com os problemas daí inerentes sobretudo para as crianças. Para evitar o entupimento dos tribunais com as acções de divórcio criou-se uma lei a facilitar o mesmo.

Na vez de se dedicar aos verdadeiros problemas do país em que a natalidade pela primeira vez na nossa história foi inferior à mortalidade, o Governo socialista investiu não na salvaguarda do casamento e da família mas sim nas chamadas “medidas fracturantes”: aborto e casamento entre homossexuais.

Na vez de promover incentivos à natalidade José Sócrates, o seu governo e a bancada parlamentar que o suporta na Assembleia da República jogaram tudo em políticas estéreis em que o encerramento da maternidade em Oliveira de Azeméis foi apenas mais um sinal.

Há quatro anos os portugueses não queriam de certeza que o PS tivesse governado assim. Não foi para esta governação que os portugueses deram maioria absoluta a José Sócrates.

Que se saiba os portugueses não são masoquistas e, por isso, os sinais que vêm dando nos últimos tempos apontam para uma retirada de confiança nos socialistas.

A retoma da confiança, a esperança num futuro melhor passa necessariamente por uma política de verdade, de responsabilidade e de seriedade que a líder do PSD tem vindo a transmitir aos portugueses e que os portugueses saberão privilegiar a 27 de Setembro.

Comentários à parte…

Não tenho nada a ver com a política interna do partido socialista mas, não resisto a opinar sobre esta nova regra socialista para os socialistas - a proibição de candidaturas duplas!

Primeiro comentário: peca por ser tardia.

Mas, ela só surge devido à derrota do partido socialista nas eleições europeias, ou seja, a reacção depois do desastre! O governo tem transmitido esta imagem, é reactivo, emenda uma mão com a outra, vai atrás do prejuízo.

Esta nova regra provocou inúmeras reacções negativas dentro do partido, então, pediram a esses candidatos que disputassem Câmaras difíceis, com a garantia de que seriam Deputados e, agora que já apresentaram as candidaturas, já têm outdoors e a máquina de campanha montada, é que lhes dizem que já não podem integrar as listas para as eleições legislativas?!. Grande confusão vai no largo do rato!

Segundo comentário: “saiu-lhes o tiro pela culatra!”

Provavelmente, a alguns não lhes faltava vontade de voltar atrás na decisão mas, acontece que os outdoors já estão na rua! Até agora, 15 deputados do PS anunciaram já candidaturas a órgãos autárquicos. Certo é que estes quinze não voltam à Assembleia da República, alguns só cumpriram um mandato e estavam concerteza preparados para fazer o segundo. Lá vai Lisboa…

Esta medida de consumo interno só veio complicar a vida a Ana Gomes e Elisa Ferreira. As duas, eleitas euro deputadas pelo PS, são também candidatas à Câmara de Sintra e do Porto respectivamente. No próprio partido são desafiadas a optar: ou são euro deputadas ou são candidatas às Autarquias. Até agora, nenhuma das duas renunciou a Bruxelas…

Terceiro comentário: “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar!”

O facto é que arriscam-se a protagonizar uma derrota vergonhosa nas Autarquias que concorrem, porque o povo percebe todo este oportunismo político e castiga os seus protagonistas.

Manuel Alegre é que não dá tréguas ao seu partido…o velho poeta, semana a semana, bate no seu PS que, segundo ele, governa mal. Foi também ele que desafiou Ana Gomes e Elisa Ferreira a escolher o Parlamento Europeu ou as Autarquias. No entanto, ele próprio não é exemplo quando, no passado, protagonizou a candidatura à Presidência da República! Que me lembre, não se demitiu das funções de deputado da Assembleia da República, nem renunciou ao cargo de Vice-Presidente da Assembleia da República…

Quarto comentário: “é mais fácil julgar os outros do que a nós próprios”.

Esta medida do PS só revela um desespero eleitoralista e, como o PS já nos habituou noutros governos, vai desesperadamente navegar ao sabor do vento eleitoralista, esperemos que este anúncio não seja apenas um anúncio e que o exemplo seja dado, desde já, pelas duas euro-deputadas candidatas às Autarquias.

Quinto comentário: ficava-lhes bem e credibilizavam a política e os políticos!

Dívida aos Bombeiros

Depois de em Abril ter feito um requerimento ao Ministério da Saúde que ficou sem resposta, Hermínio Loureiro voltou a questionar o Ministério de Ana Jorge sobre o incumprimento com os Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis.

Como este assunto tem ficado sem resposta talvez fosse bom alguém dar uma palavrinha ao secretário de Estado Manuel Pizarro. Alguém tem o número de telefone do senhor?

Incómodos (2)

Os Bombeiros de Oliveira de Azeméis estão a atravessar uma situação complicada em termos financeiros. As administrações regionais de saúde devem à corporação cerca de 250 mil euros, verba que, como se pode imaginar é, absolutamente crucial para a gestão diária da corporação.

No aniversário comemorado há dias a Direcção ameaçou demitir-se em bloco se o problema não fosse resolvido.

Reuni com a Direcção dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis onde este problema me foi transmitido e estou, obviamente, muito empenhado na sua resolução, tendo já em nome do PSD de Oliveira de Azeméis, dirigido uma carta à Ministra da Saúde a apelar à resolução.

Entretanto, o secretário de Estado da Saúde Manuel Pizarro esteve na Quinta do Torreão numa acção de campanha do PS local. O secretário de estado da Saúde é a pessoa que pode, objectivamente, resolver este problema ordenando às administrações regionais de saúde o cumprimento das suas obrigações perante os Bombeiros.

Mas… alguém ouviu alguma coisa a Manuel Pizarro sobre o assunto dos Bombeiros?

Nem uma só palavra!

Preferiu falar do que não sabe e dizer uma série de coisas sem nexo às poucas pessoas que o ouviram.

Sobre coisas sérias, sobre coisas que interessam aos oliveirenses como é, por exemplo, o caso da falta de pagamento aos Bombeiros, Pizarro - repito, a pessoa que pode objectivamente resolver o problema - não proferiu uma única palavra e, pior que isso, não fez absolutamente nada.

Mas no Partido Socialista nem tudo é mau.

De vez em quando há também alguns rasgos de lucidez. Foi o que aconteceu na passada sexta-feira.

O Primeiro-Ministro e Secretário-Geral do PS, depois do desaire eleitoral nas Europeias e das subsequentes sondagens que relegam o PS para segundo lugar nas intenções de voto, reuniu em segredo com os presidentes da Federações distritais e impôs uma regra inesperada a dezenas de deputados daquele partido que já assumiram ser candidatos a câmaras municipais.

Aquele grupo de dirigentes decidiu, como já defende e pratica o PSD, que esses deputados apenas devem ser candidatos a um lugar. Ora isso fará com que, pelo menos nos casos dos que já fizeram as suas apresentações públicas como candidatos a câmaras municipais, não lhes reste alternativa senão abdicar do lugar de deputado.

Uma tomada de decisão muito acertada apesar de algum desconforto que criou pelo país fora e em Oliveira de Azeméis também.

Incómodos

Helena Terra elegeu na última Assembleia Municipal a Fundação La Salette como alvo a abater.

Percebe-se bem a intenção e o objectivo. Afinal é lá que o seu adversário nas autárquicas, Hermínio Loureiro, desempenha funções de gestão.

No entanto, como em tudo, para bem da credibilidade, importa que as críticas sejam justas.

E, como os oliveirenses bem sabem, as acusações feitas carecem de fundamento.

Não têm fundamento porque na curta existência da Fundação La Salette foi completamente invertida a tendência de desinvestimento no Parque e, graças à administração liderada por Hermínio Loureiro, Amaro Simões e António Rosa foram encetadas profundas alterações na dinamização do espaço.

Não podemos esquecer que neste período: foi criado um circuito de manutenção muito exigido durante anos mas nunca antes feito; que foram criados os projectos “Descobrir o Parque” e as “Visitas de A a Z” que visam dar a conhecer o parque a quem o visita; que têm sido introduzidas obras de arte no espaço público; que tem sido permanentemente promovida a reflorestação; que foi criado o Berço Vidreiro; que foi recuperado o coreto; que o lago foi limpo regressando os patos e os barcos para alegria dos mais novos; que foi recuperado o antigo modelo de organização das festas em que os oliveirenses participam; que foi criado o Clube de Amigos do Parque ou ainda que muitas instituições concelhias passaram a ter um parceiro importante nas questões ambientais.

Não podemos esquecer, e estou certo que é isso que mais incomoda a oposição, que neste período a Fundação deu corpo a uma candidatura aos fundos comunitários (entenda-se da União Europeia) que recentemente foi aprovada e que tornará possível aplicar nos próximos anos qualquer coisa como cinco milhões de euros na requalificação do Parque de La Salette.

Há umas semanas disse aqui neste mesmo espaço que esperava que não houvesse a tentação dos partidos políticos de introduzirem questões de índole partidária.

Infelizmente as pessoas não resistiram e é pena porque o Parque merecia mais consideração e respeito.

Já agora e para terminar, gostaria de perceber e conhecer qual a posição da líder do PS local no que diz respeito à Fundação das Comunicações Móveis, essa sim uma fundação fantasma constituída para o Governo Socialista contornar a lei e não se sujeitar ao escrutínio do Parlamento.

Nunca baixamos os braços

Com a vitória retumbante do PSD nas eleições europeias ficou virada mais uma vez demonstrada a insatisfação dos portugueses com a governação de José Sócrates.

Desde que ganhou com maioria absoluta as eleições legislativas em 2005, o Partido Socialista disputou e perdeu três actos eleitorais. A saber: as eleições autárquicas de Outubro de 2005, as eleições presidenciais de Janeiro de 2006 e, agora, as eleições europeias.

Bem sei que a cada eleição corresponde um fim e com isto não pretendo generalizar o sentido de voto dos portugueses. Ao PSD, enquanto partido responsável e alternativo em termos nacionais à governação socialista, cabe agora o dever de apresentar um programa sério, de verdade e coerente com a situação económica que vivemos.

Do PSD os portugueses não podem esperar promessas demagógicas nem oportunistas. A regra imposta por Manuela Ferreira Leite de “falar verdade aos portugueses” começa a dar frutos. O resultado nas europeias foi um sinal de que os eleitores preferem a verdade à realidade virtual induzida pelo aparelho socialista.

No dia seguinte à vitória nas eleições europeias começou um novo ciclo eleitoral. A mensagem do PSD colocada nos cartazes por todo o país é “Nunca baixamos os braços”. Este é um mote para o Partido mas, mais que isso, deve ser um mote para o país. Para sair do actual estado de coisas é fundamental que as pessoas também não desistam e escolham o caminho mais credível para sair do buraco em que os socialistas nos meteram.

É bom recordar que nos últimos 14 anos o país foi governado durante 11 pelo Partido Socialista. Hoje a realidade económica e social do nosso país augura um futuro muito menos risonho do que aquela que Cavaco Silva deixou em 1995.

De país exemplar no contexto europeu passamos a liderar quase todos os rankings pela negativa. De país com políticas de rigor passamos para um governo de António Guterres que vendeu ilusões. Os portugueses viveram folgados, cheios de dinheiro virtual, sem qualquer plano reformista que rentabilizasse os fundos que provinham da Europa.

Hoje, a realidade económica e social do nosso país caracteriza-se pela falência das empresas, pela falência das famílias, pela entrega sucessiva dos imóveis aos bancos, pela penhora dos bens dos devedores, pelos divórcios, pela desintegração das crianças e dos jovens. Este é, infelizmente, o Portugal do presente.

E qual será o Portugal do futuro?

Será ao estilo austero de Manuela Ferreira Leite ou ilusório de José Sócrates. Os portugueses escolherão.

Ambição

A candidatura de requalificação do Parque de La Salette que a Câmara Municipal e a Fundação La Salette tinham apresentado aos fundos comunitários foi aprovada na semana passada.

No valor de cerca de cinco milhões de euros a candidatura prevê um conjunto de intervenções que renovarão por completo a face do Parque, requalificando-o numa altura em que se comemora o seu centenário.

A proposta foi apresentada há alguns meses e prevê:

- a criação de um centro de interpretação do vidro a instalar na Casa do Mateiro, adquirida e paga pela Câmara Municipal. Desta forma preserva-se a memória do vidro e salvaguarda-se um edifício histórico.

- a requalificação do parque infantil e desportivo e criação de um parque sénior. Melhoram-se as condições para os mais novos e aos mais idosos será assegurado um novo espaço de lazer.

- a requalificação do núcleo central (histórico). O corpo principal do Parque merecerá uma intervenção de modernidade.

- a requalificação de equipamento urbano multifuncional. Novas estruturas de apoio ao visitante aparecerão.

- beneficiação da envolvente do Parque. É importante que o Parque esteja relacionado de forma coerente com a cidade.

- a criação de um novo parque de merendas. Esta vertente muito procurada pelos visitantes será valorizada.

- a criação de nova mata. Novas e mais espécies surgirão numa nova zona de expansão salvaguardando a vertente ambiental do Parque.

- e a criação do centro de visitantes do Parque de La Salette. Finalmente quem visita o Parque de La Salette terá um local de apoio e informação.

Esta candidatura conta com diversos parceiros: a Câmara Municipal, a Fundação La Salette, a Junta de Freguesia de Oliveira de Azeméis, a Escola Superior Aveiro Norte, a Associação Empresarial do Concelho de Oliveira de Azeméis, o Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo e a Soinca.

O Parque de La Salette é um ex-libris da cidade e do concelho. A intervenção no Parque que agora é possível resultou de uma série de estudos e considerandos rigorosos visando incrementar-lhe não só a modernidade dos tempos de hoje mas também dotá-lo de novas valências articulando com a vivência da cidade e salvaguardando o seu conceito de pulmão da cidade.

Para quem fala que o Parque não tinha ambição a resposta está dada.