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Feira de Artesanato

Dívida aos Bombeiros

Depois de em Abril ter feito um requerimento ao Ministério da Saúde que ficou sem resposta, Hermínio Loureiro voltou a questionar o Ministério de Ana Jorge sobre o incumprimento com os Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis.

Como este assunto tem ficado sem resposta talvez fosse bom alguém dar uma palavrinha ao secretário de Estado Manuel Pizarro. Alguém tem o número de telefone do senhor?

Cantigas da Juventude

Depois de Oliveira de Azeméis, as Cantigas da Juventude organizadas pela JSD seguem para Cesar onde vão ser escolhidos os representantes de Cesar, Fajões, Macieira de Sarnes e Carregosa para a grande final que irá ter lugar em Outubro.

É já na próxima sexta-feira, dia 10, pelas 21h30, no Largo da Feira em Cesar. Podem ser feitas inscrições para esta e futuras eliminatórias  aqui.

Entretanto aqui ficam algumas imagens do evento em Oliveira de Azeméis.

Incómodos (2)

Os Bombeiros de Oliveira de Azeméis estão a atravessar uma situação complicada em termos financeiros. As administrações regionais de saúde devem à corporação cerca de 250 mil euros, verba que, como se pode imaginar é, absolutamente crucial para a gestão diária da corporação.

No aniversário comemorado há dias a Direcção ameaçou demitir-se em bloco se o problema não fosse resolvido.

Reuni com a Direcção dos Bombeiros Voluntários de Oliveira de Azeméis onde este problema me foi transmitido e estou, obviamente, muito empenhado na sua resolução, tendo já em nome do PSD de Oliveira de Azeméis, dirigido uma carta à Ministra da Saúde a apelar à resolução.

Entretanto, o secretário de Estado da Saúde Manuel Pizarro esteve na Quinta do Torreão numa acção de campanha do PS local. O secretário de estado da Saúde é a pessoa que pode, objectivamente, resolver este problema ordenando às administrações regionais de saúde o cumprimento das suas obrigações perante os Bombeiros.

Mas… alguém ouviu alguma coisa a Manuel Pizarro sobre o assunto dos Bombeiros?

Nem uma só palavra!

Preferiu falar do que não sabe e dizer uma série de coisas sem nexo às poucas pessoas que o ouviram.

Sobre coisas sérias, sobre coisas que interessam aos oliveirenses como é, por exemplo, o caso da falta de pagamento aos Bombeiros, Pizarro - repito, a pessoa que pode objectivamente resolver o problema - não proferiu uma única palavra e, pior que isso, não fez absolutamente nada.

Mas no Partido Socialista nem tudo é mau.

De vez em quando há também alguns rasgos de lucidez. Foi o que aconteceu na passada sexta-feira.

O Primeiro-Ministro e Secretário-Geral do PS, depois do desaire eleitoral nas Europeias e das subsequentes sondagens que relegam o PS para segundo lugar nas intenções de voto, reuniu em segredo com os presidentes da Federações distritais e impôs uma regra inesperada a dezenas de deputados daquele partido que já assumiram ser candidatos a câmaras municipais.

Aquele grupo de dirigentes decidiu, como já defende e pratica o PSD, que esses deputados apenas devem ser candidatos a um lugar. Ora isso fará com que, pelo menos nos casos dos que já fizeram as suas apresentações públicas como candidatos a câmaras municipais, não lhes reste alternativa senão abdicar do lugar de deputado.

Uma tomada de decisão muito acertada apesar de algum desconforto que criou pelo país fora e em Oliveira de Azeméis também.

PSD apresentou candidatos às Juntas de Freguesia

O PSD apresentou os seus candidatos a 18 das 19 Juntas de Freguesia do concelho. Em Cesar o Partido Social Democrata apoia a Lista Independente liderada por Rodrigo Silva.
São estes os nomes e as caras que se apresentam às eleições a 11 de Outubro:

Testemunhos

Incómodos

Helena Terra elegeu na última Assembleia Municipal a Fundação La Salette como alvo a abater.

Percebe-se bem a intenção e o objectivo. Afinal é lá que o seu adversário nas autárquicas, Hermínio Loureiro, desempenha funções de gestão.

No entanto, como em tudo, para bem da credibilidade, importa que as críticas sejam justas.

E, como os oliveirenses bem sabem, as acusações feitas carecem de fundamento.

Não têm fundamento porque na curta existência da Fundação La Salette foi completamente invertida a tendência de desinvestimento no Parque e, graças à administração liderada por Hermínio Loureiro, Amaro Simões e António Rosa foram encetadas profundas alterações na dinamização do espaço.

Não podemos esquecer que neste período: foi criado um circuito de manutenção muito exigido durante anos mas nunca antes feito; que foram criados os projectos “Descobrir o Parque” e as “Visitas de A a Z” que visam dar a conhecer o parque a quem o visita; que têm sido introduzidas obras de arte no espaço público; que tem sido permanentemente promovida a reflorestação; que foi criado o Berço Vidreiro; que foi recuperado o coreto; que o lago foi limpo regressando os patos e os barcos para alegria dos mais novos; que foi recuperado o antigo modelo de organização das festas em que os oliveirenses participam; que foi criado o Clube de Amigos do Parque ou ainda que muitas instituições concelhias passaram a ter um parceiro importante nas questões ambientais.

Não podemos esquecer, e estou certo que é isso que mais incomoda a oposição, que neste período a Fundação deu corpo a uma candidatura aos fundos comunitários (entenda-se da União Europeia) que recentemente foi aprovada e que tornará possível aplicar nos próximos anos qualquer coisa como cinco milhões de euros na requalificação do Parque de La Salette.

Há umas semanas disse aqui neste mesmo espaço que esperava que não houvesse a tentação dos partidos políticos de introduzirem questões de índole partidária.

Infelizmente as pessoas não resistiram e é pena porque o Parque merecia mais consideração e respeito.

Já agora e para terminar, gostaria de perceber e conhecer qual a posição da líder do PS local no que diz respeito à Fundação das Comunicações Móveis, essa sim uma fundação fantasma constituída para o Governo Socialista contornar a lei e não se sujeitar ao escrutínio do Parlamento.

Eleições

As datas das eleições legislativas e eleições autárquicas estão marcadas. Agora é delinear estratégias, definir prioridades e depois enfrentar as devidas consequências.

As eleições legislativas vão ser dia 27 de Setembro e as autárquicas dia 11 de Outubro, ou seja, o país vai estar praticamente um mês em plena campanha.

Orgulho

Na passada sexta-feira foi inaugurado mais um importante equipamento da nossa cidade: o Centro Lúdico de Oliveira de Azeméis.

Um edifício construído pela Câmara Municipal com o objectivo de promover o encontro entre gerações e o desenvolvimento social, pedagógico e cultural através de actividades lúdicas e de conhecimento.

Neste equipamento cruzar-se-ão gerações, hábitos do passado e do presente, vivências tão importantes para o entretenimento familiar numa sociedade cada vez mais consumista, assoberbada com os afazeres profissionais em que não há horas para o encontro familiar, para o brincar e para o ler.

Como o presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis referiu no acto inaugural, este é mais um importante passo na cultura do concelho. Com um investimento que ultrapassou um milhão de euros este espaço vem proporcionar a bebés, crianças, adolescentes, jovens e menos jovens valências que não podiam ser usufruídas em nenhum outro equipamento cultural.

Aliás, este projecto apresenta características muito inovadoras que o tornam único na região onde estamos inseridos. Isso mesmo comprovou a presidente executivo do Instituto de Apoio à Criança, Dra. Dulce Rocha que sublinhou, por exemplo, o facto de não conhecer nenhum equipamento com esta qualidade nas grandes cidades do país, incluindo a capital.

Temos que valorizar o que é nosso e temos que ter orgulho naquilo que fazemos.

Estamos fartos de ver alguns velhos do Restelo a usar o discurso do bota-abaixismo como mote para tudo. Nada está bem, nada os satisfaz, nada este concelho tem para mostrar e para oferecer com qualidade - é o discurso do costume pelas pessoas do costume.

Esta obra, como muitas outras que a Câmara Municipal fez ou apoiou durante os últimos anos, são a prova do nosso inconformismo e da nossa vontade de fazer mais e melhor.

Estou certo que os oliveirenses saberão, na hora certa, reconhecer o esforço e o trabalho desenvolvido para lhes oferecer mais qualidade de vida.

Importa agora que este equipamento seja usufruído por todos para quem foi construído. O brincar e o divertir também fazem parte da vida. E em simultâneo aprender.

A importância das lojas de fábrica

Tendo o nosso concelho uma matriz eminentemente industrial, e sendo essa a sua imagem mais marcante, as lojas de fábrica constituem objecto de procura sistemática pelos visitantes que - em trabalho, ou ocasionalmente - se deslocam à nossa região. Este é um sinal extremamente positivo e demonstrativo de que o consumidor associa os produtos aqui produzidos a qualidade, design e preço competitivo. Esta procura deve, enquanto oliveirenses, suscitar-nos um sentimento de optimismo quanto ao futuro e confiança no engenho das nossas gentes para competir no mercado regional, nacional e global.

Muitas das empresas procuradas são micro e pequenas empresas, com um know-how que lhes permite sobreviver, mas também competir ao mais alto nível, mesmo em contextos menos favoráveis e perante a imposição legal de critérios cada vez mais exigentes ao nível do cumprimento de obrigações legais, designadamente, condições de higiene e segurança no trabalho e processo de licenciamento, entre outros. Esta dificuldade - recorrente nestas empresas que constituem, afinal, grande parte do nosso tecido empresarial - decorre do processo natural de desenvolvimento das sociedades e não deve ser encarado como um obstáculo mas perspectivado como uma oportunidade para todos.

Estas empresas geram riqueza, criam postos de trabalho, atraem investidores, clientes, fornecedores e fixam as populações. Assiste-se, no entanto, na região do Entre Douro e Vouga a uma grande dificuldade em criar ou manter condições para que este tipo de empresas se mantenha em laboração. É comum assistir a uma mudança frequente de localização desse tipo de empresas entre os vários concelhos da nossa região na busca sistemática de melhores condições.

Neste contexto, seria interessante analisar a viabilidade da criação no nosso concelho de pequenos pavilhões industriais a custos controlados direccionados para esse tipo de empresas, associando-as, simultaneamente, à obrigatoriedade da manutenção de lojas de venda ao público. Assistir-se-ia, assim, à criação de pequenos “clusters” industriais especializados na produção de calçado, peças metálicas ou têxteis, entre outras que, devidamente publicitadas constituiriam um centro inegável de atracção e projecção do nosso concelho. Simultaneamente, estaria facilitado o seu processo de licenciamento, bem como propiciadas as condições para o cumprimento de obrigações em matéria de higiene e segurança e constituiria, ainda, um instrumento fundamental de criação e manutenção de postos de trabalho.

Para reflectir…