Artigos Recentes
Renovar com Força em Ul
Ago 4, 2009 Novos Horizontes Comente!
Tome lá 200€, mas…
Ago 3, 2009 Política, Verdade pura Comente!
Quando há quinze dias atrás aqui falei na ausência de políticas de incentivo à natalidade, estava longe de imaginar que o Partido Socialista liderado por José Sócrates iria apresentar, como principal bandeira do seu programa de governo, uma medida com esse fim.
Definindo-a como uma medida de estimulo à natalidade o PS diz que ser for governo irá depositar numa conta poupança 200€ por cada criança que nasça. Verba que, segundo o mesmo programa eleitoral apenas pode ser movimentada quando a criança atingir os 18 anos de idade.
Medida de incentivo à natalidade?
Alguém me explica como é que 200€ numa conta bancária estimulam a natalidade?
Será que os pais quando forem comprar as fraldas, o leite, a papa, os biberons, as chupetas e as cadeiras para o carro, irão ter crédito durante 18 anos?
Obviamente que não. E também é óbvio que esta promessa não é um incentivo à natalidade.
Cheira mais a um incentivo à banca que irá receber os 200€ de depósito por criança e irá geri-los a seu bel-prazer e daqui a 18 anos nem sequer temos a certeza que esses bancos existam!
A natalidade promove-se com apoio à construção de creches e jardins-de-infância, aumentando o abono de família, protegendo laboralmente as mulheres, criando condições para que as crianças possam, durante mais tempo, estar próximas da mãe, ou ainda, baixando o IVA sobre os produtos para os bebés.
A natalidade promove-se com medidas concretas sentidas no dia-a-dia e não com dinheiro, ainda por cima com dinheiro inacessível!
Esta medida revela bem o que é este Partido Socialista.
É o Partido das promessas fáceis. É o Partido que dá tudo às pessoas desde computadores a dinheiro. É o Partido do “rendimento mínimo” onde todos, os que merecem e os que não, andam à boleia do estado do facilitismo socialista.
E quem paga esta pseudo-generosidade socialista? São todos os que trabalham e pagam os seus impostos.
Portugal não precisa destas medidas. Portugal precisa de um governo que estimule a iniciativa privada, que promova o emprego, que dê confiança aos jovens, aos empreendedores, que estimule as pessoas a viver e a trabalhar em Portugal.
Portugal precisa de Esperança!
É este o nosso estilo
Jul 30, 2009 Política, Verdade pura Comente!
Até agora não usei este espaço para falar da campanha eleitoral a nível local. Reparo no entanto que os meus colegas do lado não se inibem de o fazer pelo que não resisto a dar nota aqui de alguns aspectos que tenho testemunhado ao longo das últimas semanas.
O Partido Social Democrata apresentou o líder do seu projecto autárquico a 9 de Maio num evento que mobilizou largas centenas de oliveirenses.
Foi também grande a envolvência quando apresentámos de uma só vez os cabeças de lista às assembleias de freguesia do nosso concelho ou ainda quando inaugurámos a sede de candidatura, um espaço localizado no centro da cidade e que é um espaço informativo, de diálogo e de debate.
Seguiram as apresentações das listas em Nogueira do Cravo (liderada por Manuel Rebelo), em Loureiro (liderada por Sérgio Pinho), em Travanca (liderada por Pedro Silva), em Fajões (liderada por José Santos) e em Cucujães (liderada por António Silva) a que se seguirão regularmente todas as restantes.
Em todos estes momentos, para além da extraordinária mobilização, há uma tónica dominante que faremos questão de manter até ao final: a positividade da nossa campanha.
O concelho de Oliveira de Azeméis e as suas freguesias têm uma potencialidade enorme. Cada uma das freguesias, dentro de um planeamento que está traçado, tem um futuro auspicioso pela frente. Queremos destacar e dar visibilidade às coisas boas do nosso concelho e que são muitas.
Por isso não nos ouvirão, ao contrário de outros, dizer mal de tudo e de todos.
Os candidatos a autarcas, independentemente da sua cor partidária, merecem o respeito e a consideração de todos nós. São pessoas que gostam das suas terras e que vão trabalhar certamente para melhorar cada vez mais a qualidade de vida das suas gentes e dotá-las de infra-estruturas, condições e serviços mais modernos.
Sabemos que este nosso estilo perturba outros candidatos que publicamente já mostraram o seu nervosismo. Preferiam eles que a campanha eleitoral se transformasse numa batalha campal ou numa venda de peixe do mercado da Ribeira. Não contem com o PSD para isso.
Faremos a nossa campanha de forma séria e serena e aguardaremos tranquilamente pela decisão soberana dos oliveirenses no dia 11 de Outubro.
Candidatos às juntas no terreno
Jul 27, 2009 Novos Horizontes, Verdade pura Comente!
Depois de Manuel Rebelo em Nogueira do Cravo, de Sérgio Pinho em Loureiro, de Pedro Silva em Travanca e de José Santos em Fajões foi a vez de António Silva apresentar aos cucujanenses a sua lista perante uma multidão que deixou bem claro qual é a opção que vai tomar a 11 de Outubro.
Novos Horizontes
Jul 26, 2009 Verdade pura Comente!
Todos a La Salette…
Jul 21, 2009 Verdade pura Comente!
O regresso das promessas para não cumprir
Jul 20, 2009 Política, Verdade pura 1 Comentário
Quatro anos depois de ter andado a prometer tudo aos portugueses José Sócrates retomou as promessas que todos sabemos não vai cumprir.
Não vai cumprir, como não cumpriu a criação dos 150 mil postos de trabalho.
Não vai cumprir, como não cumpriu com a redução dos impostos.
Não vai cumprir, como não cumpriu com a promessa de retirar os 300 mil idosos da pobreza.
Ao invés, ao fim de quatro anos Portugal tem a maior taxa de desemprego do pós 25 de Abril, um sistema de saúde mais inacessível e precário, um sistema de educação em que se promove o facilitismo com prejuízo dos estudantes e do conhecimento, uma justiça caótica, morosa e muito onerosa o que dificulta o acesso dos cidadãos.
Nestes quatro anos o empobrecimento da população foi uma realidade. A classe média perdeu poder de compra e quebrou-se a confiança nas instituições bancárias.
Adensaram-se os problemas sociais. Os incumprimentos perante a banca levaram as famílias a situações desesperantes que acabam em penhoras e perda dos bens e, na sequência destas dificuldades, aumentou-se a taxa de divórcio com os problemas daí inerentes sobretudo para as crianças. Para evitar o entupimento dos tribunais com as acções de divórcio criou-se uma lei a facilitar o mesmo.
Na vez de se dedicar aos verdadeiros problemas do país em que a natalidade pela primeira vez na nossa história foi inferior à mortalidade, o Governo socialista investiu não na salvaguarda do casamento e da família mas sim nas chamadas “medidas fracturantes”: aborto e casamento entre homossexuais.
Na vez de promover incentivos à natalidade José Sócrates, o seu governo e a bancada parlamentar que o suporta na Assembleia da República jogaram tudo em políticas estéreis em que o encerramento da maternidade em Oliveira de Azeméis foi apenas mais um sinal.
Há quatro anos os portugueses não queriam de certeza que o PS tivesse governado assim. Não foi para esta governação que os portugueses deram maioria absoluta a José Sócrates.
Que se saiba os portugueses não são masoquistas e, por isso, os sinais que vêm dando nos últimos tempos apontam para uma retirada de confiança nos socialistas.
A retoma da confiança, a esperança num futuro melhor passa necessariamente por uma política de verdade, de responsabilidade e de seriedade que a líder do PSD tem vindo a transmitir aos portugueses e que os portugueses saberão privilegiar a 27 de Setembro.
Comentários à parte…
Jul 14, 2009 Política, Verdade pura Comente!
Não tenho nada a ver com a política interna do partido socialista mas, não resisto a opinar sobre esta nova regra socialista para os socialistas - a proibição de candidaturas duplas!
Primeiro comentário: peca por ser tardia.
Mas, ela só surge devido à derrota do partido socialista nas eleições europeias, ou seja, a reacção depois do desastre! O governo tem transmitido esta imagem, é reactivo, emenda uma mão com a outra, vai atrás do prejuízo.
Esta nova regra provocou inúmeras reacções negativas dentro do partido, então, pediram a esses candidatos que disputassem Câmaras difíceis, com a garantia de que seriam Deputados e, agora que já apresentaram as candidaturas, já têm outdoors e a máquina de campanha montada, é que lhes dizem que já não podem integrar as listas para as eleições legislativas?!. Grande confusão vai no largo do rato!
Segundo comentário: “saiu-lhes o tiro pela culatra!”
Provavelmente, a alguns não lhes faltava vontade de voltar atrás na decisão mas, acontece que os outdoors já estão na rua! Até agora, 15 deputados do PS anunciaram já candidaturas a órgãos autárquicos. Certo é que estes quinze não voltam à Assembleia da República, alguns só cumpriram um mandato e estavam concerteza preparados para fazer o segundo. Lá vai Lisboa…
Esta medida de consumo interno só veio complicar a vida a Ana Gomes e Elisa Ferreira. As duas, eleitas euro deputadas pelo PS, são também candidatas à Câmara de Sintra e do Porto respectivamente. No próprio partido são desafiadas a optar: ou são euro deputadas ou são candidatas às Autarquias. Até agora, nenhuma das duas renunciou a Bruxelas…
Terceiro comentário: “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar!”
O facto é que arriscam-se a protagonizar uma derrota vergonhosa nas Autarquias que concorrem, porque o povo percebe todo este oportunismo político e castiga os seus protagonistas.
Manuel Alegre é que não dá tréguas ao seu partido…o velho poeta, semana a semana, bate no seu PS que, segundo ele, governa mal. Foi também ele que desafiou Ana Gomes e Elisa Ferreira a escolher o Parlamento Europeu ou as Autarquias. No entanto, ele próprio não é exemplo quando, no passado, protagonizou a candidatura à Presidência da República! Que me lembre, não se demitiu das funções de deputado da Assembleia da República, nem renunciou ao cargo de Vice-Presidente da Assembleia da República…
Quarto comentário: “é mais fácil julgar os outros do que a nós próprios”.
Esta medida do PS só revela um desespero eleitoralista e, como o PS já nos habituou noutros governos, vai desesperadamente navegar ao sabor do vento eleitoralista, esperemos que este anúncio não seja apenas um anúncio e que o exemplo seja dado, desde já, pelas duas euro-deputadas candidatas às Autarquias.
Quinto comentário: ficava-lhes bem e credibilizavam a política e os políticos!



