Paulo Rangel impressionadíssimo

“Impressionadíssimo” - foi esta a reacção do cabeça de lista do PSD às Eleições Europeias aquando da sua visita, no passado dia 29 de Maio, às instalações do Grupo Simoldes.

Paulo Rangel acompanhou o processo de fabrico nas diversas fases de produção do molde e ouviu dos responsáveis da empresa oliveirense a explicação sobre a implantação do grupo no mundo.

Esta visita reveste-se de uma dupla importância.

Primeiro, numa altura em que existe uma crise generalizada especialmente no sector automóvel, a preocupação do candidato de conhecer a realidade do sector visitando uma das maiores empresas da europa na área e que emprega milhares de trabalhadores, com vista a defender este sector junto da União Europeia.

Por outro lado é o reconhecimento do candidato do PSD ao trabalho desenvolvido por esta empresa fundada na década de setenta e que tem crescido de forma sustentada.

Trata-se de um grupo de cariz familiar cujas empresas facturam cerca de 450 milhões de euros por ano, e emprega milhares de trabalhadores que dependem do mesmo para o seu sustento do dia-a-dia, que leva o nome do nosso concelho para todos os cantos do mundo e que, apesar da conjuntura desfavorável do momento, nunca veio a público queixar-se da situação conjuntural ameaçando com despedimentos para usufruir de benesses do Estado.

Felizmente esta prática de responsabilidade dos empresários não é tão rara quanto isso. No nosso concelho temos diversos exemplos dessa postura. Industriais que depois de uma vida de sucesso empresarial, hoje, face aos problemas que todos conhecemos, ainda arriscam o seu património pessoal para garantir a viabilidade das suas empresas e a manutenção dos postos de trabalho.

São pessoas que andam na rua, que se cruzam com os seus trabalhadores e que estes sabem onde é a sua casa e quem é a sua família. São pessoas honradas e que merecem da parte do Governo a mesma atitude.

É altura do Governo parar de dizer que dá e passar a dar.

Depois de tantos milhões anunciados na hora do prime-time para telespectador ver, era importante saber que empresas, e com que montantes, foram apoiadas por José Sócrates.

É altura de parar com a política de mentira e falar verdade aos portugueses.

Paulo Rangel em Oliveira de Azeméis

O candidato ideal a qualquer câmara municipal

Paulo Rangel na apresentação de Hermínio Loureiro como candidato à Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.

Política de verdade

Falta sensivelmente um mês para as Eleições Europeias.

Numa sondagem publicada no passado fim-de-semana conclui-se que este acto eleitoral pode resultar numa das maiores abstenções de sempre em eleições democráticas.

O alheamento dos portugueses no que diz respeito à Europa sempre foi muito significativo.

As instituições europeias ainda não foram capazes, de uma forma clara e objectiva, de explicar o projecto comunitário. O período de campanha eleitoral que estamos a viver devia ser aproveitado pelas candidaturas para discutir ideias, projectos e esclarecer os portugueses dos benefícios da União Europeia.

No momento em que os fundos comunitários (QREN) tardam a ser aplicados ou são desviados para projectos megalómanos, numa altura em que os portugueses sentem de forma dramática os efeitos da crise e gostavam de perceber como é que a Europa pode contribuir para minorar a sua angústia, era de esperar da parte do partido do Governo uma maior responsabilidade.

Ao invés, assistimos a uma encenação de vitimização do candidato do PS, Vital Moreira, na tentativa de reeditar os acontecimentos ocorridos na Marinha Grande durante as presidenciais em que se defrontaram Mário Soares e Freitas do Amaral, e que na altura terão provocado a inversão na tendência de voto.

Esquecem-se que os tempos são outros e que os portugueses percebem bem quando os tentam manipular.

Enquanto o cabeça de lista do PSD, no dia 1 de Maio, comemorou o Dia do Trabalhador com os TSD (Trabalhadores Social Democratas), o cabeça de lista do PS, em vez de se juntar à UGT, preferiu afrontar a CGTP, conotada com o seu anterior Partido (PCP). Obviamente que a intenção era cirúrgica…

Isto tudo porque - e voltamos à sondagem do fim-de-semana - o PSD, com uma semana de campanha, aparece a apenas 3% do PS, com tendência para continuar a crescer.

Esta subida do PSD deve-se fundamentalmente à Política de Verdade protagonizada por Manuela Ferreira Leite e Paulo Rangel.

Falar verdade, sempre verdade, não escondendo os problemas nem iludindo os portugueses. É esta a estratégia que conduzirá o PSD à vitória a 7 de Junho.